quarta-feira, 29 de março de 2017

CANÁRIO GILBBER ITALICUS - Sucesso ou um erro de criação seletiva ?

Não, esses pássaros não sofreram maus-tratos, nem estão na época da muda de penas. Os Canários Gibber Italicus são exatamente como seus criadores desejam que sejam. Eles são vítimas, sim, mas da manipulação genética.

Essa aparência sofrida, do Canário Gibber Italicus,  nada condizente com a dos canários mais conhecidos, é fruto de "aprimoramento" genético, praticado por centenas de anos, até se chegar ao ponto desejado. Apesar da aparência decrépita, essa raça possui, segundo seus criadores, um belo timbre de canto.
Apesar da aparência decrépita, o Canário Gibber Italicus, possui, segundo seus criadores, um belo timbre de canto. 

Essa aparência sofrida, do Canário Gibber Italicus,  nada condizente com a dos canários mais conhecidos, é fruto de "aprimoramento" genético, praticado por centenas de anos, até se chegar ao ponto desejado. Apesar da aparência decrépita, essa raça possui, segundo seus criadores, um belo timbre de canto.

Essa aparência sofrida, do Canário Gibber Italicus,  nada condizente com a dos canários mais conhecidos, é fruto de "aprimoramento" genético, praticado por centenas de anos, até se chegar ao ponto desejado. Apesar da aparência decrépita, essa raça possui, segundo seus criadores, um belo timbre de canto.
A manipulação genéticas pode causar anomalias
Atualmente, os criadores podem controlar tudo, desde a formação do esqueleto, o número de penas, a textura, o tamanho, a cor, além da extensão e estilo de canto do pássaro. ou seja, com a manipulação genética, o homem tomou pra si o poder de produzir novas formas vidas.

O problema é que em processos intensivos de cruzamento, nem tudo pode ser controlado. Assim, na mesma  medida que há ganhos, também há perdas genéticas e as anomalias sempre surgem. O resultado é que, não raramente, acaba-se criando "monstros".

No caso desses canários, os danos genéticos podem causar dolorosos (ou até mortais) processos de penas encravadas e alta suscetibilidade a infecções e lesões.
Mas, pelo visto, tudo que importa aos que trabalham no "aprimoramento" da espécie, aos expositores e admiradores, é que as características desejadas estejam presentes no animal, e dane-se o resto.



Essa aparência sofrida, do Canário Gibber Italicus,  nada condizente com a dos canários mais conhecidos, é fruto de "aprimoramento" genético, praticado por centenas de anos, até se chegar ao ponto desejado. Apesar da aparência decrépita, essa raça possui, segundo seus criadores, um belo timbre de canto.
No caso desses canários, os danos genéticos podem causar dolorosos (ou até mortais) processos de penas encravadas e alta suscetibilidade a infecções e lesões.


Essa aparência sofrida, do Canário Gibber Italicus,  nada condizente com a dos canários mais conhecidos, é fruto de "aprimoramento" genético, praticado por centenas de anos, até se chegar ao ponto desejado. Apesar da aparência decrépita, essa raça possui, segundo seus criadores, um belo timbre de canto.
 A aparência sofrida, do Canário Gibber Italicus,  nada condizente com a dos canários mais conhecidos, é fruto de "aprimoramento" genético.


(Fontes da pesquisa: megacurioso.com.br, nacaodospassaros.com)

LUPINOS - FLORES ORNAMENTAIS

O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais, jardins e paisagismos em geral. 

Lupinos podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta e o azul, podem também ser mescladas em duas cores.
A planta chega a um metro e meio de altura.
O lupino começa a florescer no início do verão. Precisa de bastante sol, e não resiste aos ventos.
Podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul. O lupino começa a florescer no início do verão. Precisa de bastante sol, e não resiste aos ventos.
Lupinos podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul.

Lupinus é um dos gêneros de plantas da família das fabáceas, subfamília Faboideae. Há cerca de 150 espécies classificadas neste gênero e conhecidas como tremoceiro (subgéneros Lupinus, e Platycarpos). A maioria destas espécies tem a propriedade de fixar azoto/Nitrogênio nos solos, e muitas são utilizadas como fertilizante natural em zonas agrícolas.
Podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul. O lupino começa a florescer no início do verão. Precisa de bastante sol, e não resiste aos ventos.
Lupinos podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul.

Podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul. O lupino começa a florescer no início do verão. Precisa de bastante sol, e não resiste aos ventos.
Podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul.


O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins.
O lupino começa a florescer no início do verão. 
Precisa de bastante sol, e não resiste aos ventos.



Lupinos podem ser de diversas cores, desde o branco ou o rosa até cores mais vivas como a violeta ou o azul.

O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins.
O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins. 

O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins.
O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins. 


O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins.
O lupino é uma planta de ramos de flores vistosas e chamativas, usada em ornamentação de quintais e jardins. 

(Fonte: wikipedia)

MACACA PARTEIRA

MACACA É FLAGRADA AUXILIANDO NO PARTO DE UMA FÊMEA INEXPERIENTE

Que os macacos são parecidos conosco, ninguém tem dúvidas. Mas, flagrar situações onde primatas agem exatamente como nós, ainda nos surpreende.
O parto aconteceu dentro de uma comunidade de primatas, onde uma fêmea de cinco anos de idade entrou em trabalho de parto pela primeira vez. Uma outra macaca interveio ao ver o início do nascimento. Ela já havia dado à luz a cinco macacos anteriormente, incluindo uma vez mais cedo no mesmo dia.
Macaca parteira - A situação é tão rara que nunca fora filmada ou fotografada antes em detalhes.

Cientistas testemunharam e registram uma rara cena onde uma macaca da espécie langur faz literalmente o papel de “parteira”, ajudando uma colega a dar à luz.

O parto aconteceu dentro de uma comunidade de primatas, onde uma fêmea de cinco anos de idade entrou em trabalho de parto pela primeira vez. Uma outra macaca interveio ao ver o início do nascimento. Ela já havia dado à luz a cinco macacos anteriormente, incluindo uma vez mais cedo no mesmo dia.

Os pesquisadores conseguiram gravar a sequência completa do nascimento com os detalhes do comportamento da mãe e da ‘parteira’. Inicialmente, a ajudante sentou e observou o macaco tendo mais de 70 contrações. Aproximou-se apenas uma vez, quando a cabeça e os ombros do bebê já tinham aparecido. Ela então se levantou sobre as patas traseiras e pegou a criança com as duas mãos, puxando para seu peito. Dentro de 18 segundos, ela tinha retirado completamente o bebê do canal de nascimento da mãe.
Os pesquisadores conseguiram gravar a sequência completa do nascimento com os detalhes do comportamento da mãe e da ‘parteira’. Inicialmente, a ajudante sentou e observou o macaco tendo mais de 70 contrações. Aproximou-se apenas uma vez, quando a cabeça e os ombros do bebê já tinham aparecido. Ela então se levantou sobre as patas traseiras e pegou a criança com as duas mãos, puxando para seu peito. Dentro de 18 segundos, ela tinha retirado completamente o bebê do canal de nascimento da mãe.
Macaca parteira - pesquisadores conseguiram gravar a sequência completa do parto e do comportamento da mãe e da ‘parteira’.

Logo após o nascimento, a parteira segurou o bebê e lambeu. Por fim, a mãe do bebê estendeu a mão para levá-la, e a fêmea mais velha entregou a criança sem resistência. A macaca parteira então se sentou ao lado da mãe e da criança por um tempo.

A situação é tão rara que nunca fora filmada ou fotografada antes em detalhes. Isso porque, no mundo natural, os animais estão destinados a passar por um momento tão profundo e difícil por si só. As fêmeas, por exemplo, costumam dar à luz em particular, na solidão. Somente horas depois é que outros membros da mesma espécie se aproximam para dar os primeiros auxílios.

E nós? O humano é um dos únicos mamíferos onde o momento do nascimento é assistido por terceiros, aliviando o sofrimento da mãe.
A cena testemunhada pelos cientistas chineses só tinha sido vista uma vez antes, em 2013. Mas a “parteira” era um macaco branco e preto de nariz arrebitado, e só poucos detalhes do parto foram registrados pelos cientistas.

Desta vez, o nascimento do novo langur na China foi fotografado passo a passo. A espécie, considerada em perigo de extinção, é um dos primatas mais ameaçados do mundo, contando com cerca de 800 macacos em território chinês.

Logo após o nascimento, a parteira segurou o bebê e lambeu. Por fim, a mãe do bebê estendeu a mão para levá-la, e a fêmea mais velha entregou a criança sem resistência. A macaca parteira então se sentou ao lado da mãe e da criança por um tempo.
Macaca parteira - Depois de ajudar no parto, a 'macaca parteira' segurou o filhote, lambeu e, então, entregou-o à mãe sem resistência.


O ocorrido se deu no Instituto de Pesquisa em Biodiversidade da Universidade de Pequim, em 2014.

(Fonte:oglobo.globo.com, medimagem.com.br  )